Pré-candidato a Deputado Estadual pelo Maranhão

Por um Maranhão que pertença aos maranhenses. Fogo nas oligarquias.

Para quem paga o imposto mais caro do Brasil e recebe o pior serviço. Para quem trabalha, empreende e sustenta esse estado nas costas.

Uma pré-candidatura feita com quem vive o Maranhão de verdade.

Matheus Carneiro olhando para a câmera

01 — MINHA HISTÓRIA

Não venho de família tradicional da política.

Nunca tive padrinho e nunca devi favor a ninguém.

Matheus Carneiro sorrindo de lado

Me chamo Matheus Carneiro. Sou filho do Joaldo e da Tereza, irmão da Sara e casado com a Kananda. Nasci em São Luís, cresci no Bairro de Fátima e morei no Centro até os 20, onde meus pais construíram do zero o negócio que hoje eu administro. Sem regalia, sem conexão política. Só o suor de gente honesta.

Aos 21 fui para São Paulo tentar a vida. Comecei a faculdade de administração e me virei como deu: trabalhei em banco, estagiei em uma empresa de tecnologia, passei por telemarketing e vendi brigadeiro na rua para me manter. Nada caiu no meu colo.

Lá vi de perto o que o Maranhão não tem: transporte público que funciona, oportunidade em cada esquina, cultura pulsando pela cidade. Não é que o paulista mereça mais. É que aqui isso nunca foi prioridade de quem manda.

Voltei em 2021, na pandemia, com uma vontade só: aplicar aqui o que aprendi lá. Montei uma barraca de caipirinha na praia, recomecei do zero e passei a levar inovação para a empresa da minha família.

Em 2025 comecei a falar sobre a política daqui nas redes. Os vídeos viralizaram e veio o convite para ser pré-candidato a Deputado Estadual pelo Maranhão. Aceitei porque cansei de reclamar de fora.

É por isso que eu entrei nessa: por um Maranhão que pertença aos maranhenses.

02 — PROPOSTAS

Propostas que cabem no mandato e cobram entrega.

O Maranhão cobra o imposto mais caro do Brasil e entrega o pior serviço porque, por décadas, o poder se organizou em torno de poucas famílias — e a prioridade nunca foi quem paga a conta.

Combater a oligarquia é fazer o Estado servir a quem sustenta ele: transparência tira o poder das mãos fechadas, apoio ao pequeno tira a dependência do grande, e fiscalização tira a obra do papel. É fogo nas oligarquias pela via da entrega concreta.

01 Transparência Combate às oligarquias e transparência Onde falta transparência, sobra privilégio.

O problema. O poder no Maranhão se concentra e se perpetua: as mesmas famílias se revezam, trocam de partido e usam a máquina pública como herança.

Vou propor

  • Lei do Portal da Obra Aberta — obrigar o Estado a publicar, em portal aberto e atualizado, os dados que ele já produz sobre cada obra estadual: valor, prazo, empresa responsável, percentual executado e motivo de qualquer paralisação. Fim da obra que some sem explicação.
  • Lei do Gasto às Claras — obrigar a publicação, em formato aberto e com atualização mensal, de todos os contratos, diárias e cargos comissionados dos órgãos estaduais.
  • Reforço à vedação do nepotismo cruzado — projeto que reforce, no âmbito estadual, a proibição de nomear parentes entre órgãos e Poderes, com canal público de denúncia.
  • Ficha limpa nos cargos de confiança — defender critérios de ficha limpa para nomeações de confiança do Executivo estadual.

Vou fiscalizar

  • Uso da máquina pública em benefício eleitoral de grupos políticos.
  • Contratos emergenciais e dispensas de licitação suspeitas.
  • Cargos comissionados sem função real — os “fantasmas” da folha.
02 Economia Microempreendedor e economia O pequeno paga a conta cheia — e é quem mais espalha renda.

ICMS de 23% é a alíquota mais alta do país. Grandes grupos chegam a 2%. O pequeno paga a conta cheia.

O problema. O Maranhão cobra a alíquota de ICMS mais alta do país. Enquanto grandes grupos negociam regimes especiais que derrubam a carga para 2%, o pequeno negócio paga a conta cheia — e é ele quem mais emprega e mais espalha renda pela cidade.

Vou propor

  • Crédito para o pequeno negócio — propor lei autorizando o Estado a criar, via agência de fomento, uma linha de crédito com juro simbólico e burocracia mínima para MEIs e pequenos empreendedores.
  • Simplifica MA — propor a simplificação legal e autorizar o Executivo a reduzir a burocracia estadual de abertura, licenciamento e regularização de pequenos negócios. Menos carimbo, mais CNPJ ativo.
  • ICMS às claras — propor a publicação de todos os regimes especiais de ICMS: a quem são concedidos, sob quais critérios e quanto o Estado deixa de arrecadar com cada um. Com o dado na mesa, defender a revisão para que o incentivo alcance também o pequeno e o médio.
  • Compras públicas com cota para o pequeno — propor a garantia de um percentual mínimo das compras estaduais direcionado a micro e pequenas empresas maranhenses.

Vou fiscalizar

  • A quem são concedidos os regimes especiais de ICMS e sob quais critérios.
  • Se os programas de crédito e apoio ao empreendedor de fato chegam na ponta.
03 Saúde Saúde pública Fila não é destino — é falta de gestão e prioridade.

O problema. Quem depende do SUS no Maranhão conhece a rotina: viajar para outra cidade por uma consulta, esperar meses por exame, encontrar posto sem médico.

Vou propor

  • Emendas ao orçamento estadual direcionadas à atenção básica e à compra de exames e consultas especializadas nas regiões mais desassistidas.
  • Lei da Fila Transparente — obrigar a Secretaria de Saúde a publicar o tamanho e o tempo médio das filas de exames e cirurgias eletivas por regional, com atualização mensal. O que é medido, cobra-se.
  • Interiorização da saúde — propor lei autorizando incentivo estadual para fixar profissionais de saúde no interior, onde o vazio é maior.
  • Transporte sanitário digno — propor padrão mínimo para o transporte de pacientes em tratamento fora de domicílio e fiscalizar seu cumprimento.

Vou fiscalizar

  • Execução do orçamento da Saúde: quanto foi previsto x quanto foi gasto.
  • Contratos de terceirização e de compra de medicamentos.
  • Hospitais e UPAs com estrutura sucateada.
04 Segurança Segurança pública Meta pública, prevenção e número sem maquiagem.

São Luís: 1.517 roubos e furtos de celular por 100 mil habitantes — mais de 4× a média nacional (Anuário Brasileiro de Segurança Pública, 2026).

O problema. São Luís lidera o ranking nacional de roubo e furto de celular pelo segundo ano seguido. Roubo de celular não é só perder um aparelho: é perder acesso a banco, trabalho e documentos.

Vou propor

  • Lei de metas e transparência da segurança — obrigar a publicação trimestral e por bairro dos índices de roubo e furto, com metas públicas de redução. Sem dado escondido, sem número maquiado.
  • Videomonitoramento nos pontos críticos — destinar emendas e propor a ampliação do videomonitoramento integrado nos locais de maior incidência: terminais, paradas e corredores de ônibus.
  • Guerra ao mercado do aparelho roubado — cobrar e articular com a União e as operadoras a aplicação da política nacional de bloqueio e inutilização de celulares roubados, atacando o mercado que sustenta o crime.
  • Emendas para reaparelhamento das polícias.

Vou fiscalizar

  • Se os números divulgados pelo governo batem com a realidade sentida pela população.
  • Aplicação dos recursos do Fundo Estadual de Segurança.
  • Cobrar do Executivo a valorização e o efetivo das polícias.
05 Infraestrutura Infraestrutura e obras Começar é fácil. O Maranhão precisa terminar e prestar contas.

O Maranhão é o estado que mais deixa obra pública parada no Brasil, segundo o TCU.

O problema. Começar é fácil — terminar e prestar contas é o que falta. E há risco real: a interdição de uma das pontes do Estreito dos Mosquitos mostra o custo de tratar infraestrutura como palanque.

Vou propor

  • Termina o que Começou — propor lei que obrigue relatório público de justificativa para cada obra nova enquanto houver obra parada, e defender na Lei de Diretrizes Orçamentárias a prioridade de concluir antes de começar.
  • Painel de Obras Paralisadas do Maranhão — obrigar a publicação do que parou, por quê e o que falta para concluir.
  • Emendas direcionadas a obras estruturantes das regiões historicamente esquecidas.
  • Cobrança permanente por infraestrutura crítica — como a solução definitiva para a travessia do Estreito dos Mosquitos.

Vou fiscalizar

  • Cada obra paralisada com recurso estadual: prazo, empresa, motivo.
  • Aditivos de contrato que inflam o custo sem entregar o resultado.

Em uma frase

Os 5 compromissos de mandato

  1. 01Transparência total

    Obra, gasto e contrato públicos, online e atualizados.

  2. 02O pequeno em primeiro lugar

    Crédito e menos burocracia para quem empreende e emprega.

  3. 03Saúde que atende

    Fila transparente e orçamento cobrado até o fim.

  4. 04Segurança sem número maquiado

    Metas públicas e prevenção onde o crime mais acontece.

  5. 05Obra que termina

    Acabar o que está parado antes de começar o que rende foto.

03 — SEJA VOLUNTÁRIO

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